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DIA 14: FEIJÃO DE NOEL ESPECIAL - ANIVERSÁRIO DA VILA ISABEL, COM MAÍRA FREITAS E OUTRAS ATRAÇÕES
A querida Unidos de Vila Isabel acaba de completar 66 anos e, como não poderia deixar de ser, sua diretoria promoverá uma grande festa para comemorar a data, claro, junto aos admiradores da escola. O aniversário será festejado no próximo sábado, dia 14, a partir das 13h, com mais um Feijão de Noel animado por convidados pra lá de especiais. Para o evento foram escalados nada menos que Andréia Caffé, a Velha Guarda Musical da Vila, Dunga, Agrião, Ana Costa e Maíra Freitas. Esta última, pianista e filha de Martinho de Vila, une samba e música clássica, uma mistura cheia de brasilidade e recheada com canções de Nei Lopes, Paulinho da Viola, Gonzaguinha, Chico Buarque, entre outros nomes. O grupo Amigos do Tinga, intérprete da agremiação, também agitará a galera que, no intervalo, curtirá ainda os hits do momento com DJ Café. Já o encerramento ficará a cargo da Swingueira de Noel, a bateria nota 10 da Vila, repleta de paradinhas, sob o comando dos mestres Paulinho e Wallan. A quadra da azul e branca fica no Boulevard 28 de Setembro, nº 382, em Vila Isabel. Ingressos a R$ 5 e prato de feijão servido a R$ 10. Mais informações pelo tel. 2578-0077. Censura livre.
Serviço:
Feijão de Noel Especial - Aniversário da Vila Isabel
Atrações: Maíra Freitas, Dunda, Agrião, Velha Guarda Musical, Andréia Caffé, grupo Amigos do Tinga, DJ Café e a Swingueira de Noel (bateria da Un. de Vila Isabel, sob o comando dos mestres Paulinho e Wallan)
Data e horário: dia 14, sábado, a partir das 13h
Local: Quadra da Vila, no Boulevard 28 de Setembro, 382
Preços: R$ 5 a entrada e R$ 10 o prato de feijoada
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Nelson Antônio da Silva, ou simplesmente Nelson Cavaquinho (1911-1986), merecia ter levado todas flores em vida como um dos mais importantes compositores de nossa música. No ano de seu centenário, ganha uma preciosa homenagem no CD Nelson Para Sempre, concebido e interpretado por Carlinhos Vergueiro com a participação de convidados ilustres que a Biscoito Fino lança agora.
É antiga a devoção de Carlinhos Vergueiro por Nelson, como ele mesmo explica: "Eu tinha uns 17 anos quando o conheci no Bar do Zé, um boteco que eu frequentava na Rua Maria Antônia em São Paulo. Nelson Cavaquinho é, na minha opinião, um dos grandes compositores da música brasileira. Era meu ídolo, se tornou meu amigo. Fizemos shows juntos, andamos pelas madrugadas de São Paulo e Rio de Janeiro".
A proximidade com o ídolo facilitou o trabalho de garimpo no repertório que abre os trabalhos com A Mangueira me Chama, para em seguida apresentar Beija-Flor, que tem a participação especial de Cristina Buarque, outra "especialista"em Nelson Cavaquinho: "Em 1984 produzi com Cristina seu último disco, Flores em Vida", lembra Carlinhos, que também participou da produção do curta Nelson de Copo e Alma, dirigido por Ruy Solberg.
Seguem-se as faixas Palavras Malditas, Palhaço e Nome Sagrado, esta com a participação de Chico Buarque. "O Chico, outro fã do Nelson, gravou em 1974 no disco Chico Canta a faixa Cuidado com a Outra", lembra Carlinhos, "além de ter participado do Flores em Vida".
A direção musical de Afonso Machado, que assina também os arranjos com Tiago Machado, privilegia as sonoridades mais próximas ao universo de Nelson, que apesar de ter o apelido de "Cavaquinho" ficou famoso mesmo foi com o violão, que tocava de maneira sui-generis, com apenas dois dedos da mão direita. O que se ouve neste disco é uma delicada combinação de violão, cavaquinho, bandolim, baixo e percussão, aqui e ali forrada por instrumentos de sopro.
O repertório segue colhendo pérolas como Depois da Vida, Notícia e em seguida Folhas Secas, que traz no vocal Wilson das Neves. "Achei bacana trazer o Wilson para interpretar Folhas Secas", afirma Carlinhos, "e ele arrasou!". Depois de Luz Negra, vem uma parceria com Zé Ketti que, gravada originalmente por Elizeth Cardoso não levou a assinatura de Nelson por questões entre a gravadora e a editora da musica.
Pranto de Poeta traz a última participação especial no disco, o percussionista Marcelinho Moreira que, sem deixar de lado o tamborim, ganzá e pandeiro, canta os belíssimos versos "Em Mangueira, quando morre um poeta todos choram...". E esta homenagem musical termina com Deus não me esqueceu, que podia ser assinada embaixo por todos os participantes do projeto com um complemento bem humorado: nós também não, Nelson!
Embora muito jovem, a cantora paulista Joyce Cândido já percorreu muitas léguas musicais: do clássico Conservatório Carlos Gomes (em Marília), onde começou os estudos e se formou em piano, e da Universidade Estadual de Londrina, onde graduou-se em música, passando por musicais em teatro, os indefectíveis bares da vida e até um primeiro CD, "Panapaná" (2006).
Vinda de três anos na Broadway aperfeiçoando-se em canto, dança e teatro e vencedora do prêmio Press Awards como Melhor Cantora Brasileira dos EUA no início deste ano, Joyce Cândido dá início aos shows de divulgação do novíssimo CD O bom e velho samba novo no Brasil. A apresentação da cantora ganhou o reforço especialíssimo da grande dama do Teatro Bibi Ferreira, que assina a direção cênica do espetáculo. "Que prazer trabalhar com quem conhece o seu ofício, fala sério e entende sobre o que faz. Que prazer conhecer Joyce Candido", celebrou Bibi, já convidando a todos para a apresentação no Rival dia 10, às 19h30: "Convido a todos para que venham conhecê-la. É uma grande cantora, uma linda garota e veio para ficar. E ser grande", completou.
O show traz um roteiro especial criado por Renato Forin Jr. e Joyce Cândido, com fragmentos de textos, músicas cantadas à capella e com clássicos do samba como Feitio de Oração (Noel Rosa e Vadico) e músicas inéditas de Luiz Carlos da Vila, Cláudio Jorge e Hermínio Bello de Carvalho, entre outras que compõem o álbum da cantora.
Tantas léguas musicais serviram para levar Joyce Cândido ao mais longe que uma artista de música no Brasil pode chegar: à cidade do Rio de Janeiro e ao seu gênero maior, o samba. E pela porta da frente: a gravadora Biscoito Fino, o produtor Alceu Maia e um punhado de sambas inéditos de autores consagrados como Luiz Carlos da Vila, Claudio Jorge, Herminio Bello de Carvalho, e outros de autores emergentes como Ana Costa, Xande de Pilares, Fred Camacho.
O bom e velho samba novo, que agora ganha o palco do Rival, expressa perfeitamente o espírito desse projeto feito na medida para lançar nacionalmente a bela e boa cantora: o velho e imortal gênero celebrado em seus clássicos mas principalmente renovado pelos novos autores e pelas novas vozes, o bom e velho sempre novo.
No repertório do show Joyce vai resgatar clássicos como "Deixe a menina" (Chico Buarque), "O mundo é um moinho" (Cartola) e um quase clássico contemporâneo, "O dono da dor", do baiano Nelson Rufino, sucesso na voz de Zeca Pagodinho. Da nova safra, entram "Dengo" (Celso Lima/Sérgio Cruz/Nilton Barros) e" Cê Pó Pará" (Ana Costa/Fred Camacho/Alceu Maia), entre outras novidades.
A banda que acompanha a cantora é formada por Evandro Lima (violão), Tatá Macário na bateria, Ivan Machado no baixo, Misael da Hora no piano, Rodrigo Reis na percussão e o produtor do CD de Joyce, Alceu Maia, no cavaco. A noite terá também os convidados Ana Costa (também compositora de uma música do CD) e do Mestre Monarco.
A harpa + o violão e a guitarra. Cristina Braga e Duca Leindecker somam seus instrumentos e suas habilidades na estreia do projeto inédito Canções aos Pares, que irá reunir artistas gaúchos com consagrados nomes da música do Centro do País e da América Latina. O show tem o patrocínio da Eny Calçados, com financiamento do Sistema Pró-cultura/RS. A realização é da Cida Cultural.
No cenário criado por Élcio Rossini, que traz combinações de imagens fotografadas, os dois instrumentistas farão um espetáculo único, compondo uma dupla de rara sonoridade. Uma aposta do diretor-artístico do projeto, jornalista e crítico de música Juarez Fonseca, que reconhece a fina sintonia entre estes instrumentistas de origens bem diversas.
O entusiasmo dos músicos, que têm se comunicado pela internet para formar a base do show é muito grande: “Achei fantástica a ideia de Juarez Fonseca, absolutamente desprovida de pré conceitos, ao unir duas pessoas com formações tão diferentes que, no entanto, têm em comum o amor à música. Estou surpresa e encantada com a possibilidade de fazer música com Duca Leindecker desde o primeiro instante; encantada com a música que Duca traz dentro dele, sua habilidade como instrumentista e pensador, e surpresa porque alguém atento e provocador soube costurar tão bem encontros tão inesperados. Como é que Juarez sabia que eu ia virar tão fã do trabalho de Duca? Talvez nós nunca nos encontrássemos em um palco se não fosse Canções aos Pares. Nosso primeiros ensaios virtuais estão o máximo. O show vai ser lindo!” (Cristina Braga)
“Acho fundamental a troca em qualquer ambiente. Na arte é ainda mais estimulante visto que o novo, o inesperado é o alimento do artista. Fundir experiências diversas ajuda a consolidar esta experiência. A Cristina Braga dispensa apresentações e tenho certeza que teremos um grande encontro”. (Duca Leindecker)
Cristina Braga é a 1ª harpista da Orquestra Sinfônica do Theatro Municipal do Rio de Janeiro. Grande responsável pela divulgação da harpa no Brasil com seu trabalho consistente, Cristina Braga mostra que esse instrumento também tem alma brasileira: de sua harpa tira acordes de samba, choro, bossa, e participa de projetos de música clássica e popular sempre com a mesma desenvoltura.
Foi aluna de Acácia Brazil no Rio de Janeiro e estudou com Susann MacDonald nos Estados Unidos. Formou-se pela Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ), onde hoje é professora, conquistando o prêmio de distinção máxima: a Medalha de Ouro. Tem 12 discos gravados, alguns deles lançados no Japão, Taiwan e Estados Unidos. Tocou sob a batuta de nomes como Mistislav Rostropovich, Gabor Oetvos, Karl Martin, José Maria Florêncio, Mário Tavares, David Machado e Sílvio Barbato.
Paralelamente a atuação na música erudita, com destaque internacional, desenvolve um trabalho cada vez mais importante na música popular brasileira. Com a mesma naturalidade aprendeu a pedalar bossa-nova tocando com Peri Ribeiro. Estrelou um show de samba tocando Noel Rosa e Cartola na harpa, com direção de Haroldo Costa e locução de Sargentelli, e tocou com as divas eternas Nara Leão, Ana Carolina e Zizi Possi. Gravou em discos de Gal Costa, Marisa Monte, Chico Buarque, Zeca Baleiro entre outros. Colocou a harpa no rock nacional acompanhando os Titãs, e tem participado de apresentações ao lado de Lenine. Sua voz cool lembra uma mistura feminina de João Gilberto e Chet Baker, como mostra no CD Feito um Peixe, um dos melhores de 2010.
Um dos maiores guitarristas do rock brasileiro, Duca Leindecker foi líder da banda porto-alegrense Cidadão Quem, que participou do Rock in Rio III e teve músicas em trilhas de telenovela. Com a Cidadão Quem gravou sete CDs e um DVD. Começou sua carreira artística aos 13 anos e construiu uma sólida trajetória como instrumentista, compositor, produtor e cantor. No início dos anos 90 chamou atenção de Bob Dylan que o convidou a viajar em turnê pelo Brasil. Desde 2009 mantém o projeto Pouca Vogal, ao lado de Humberto Gessinger, ex-Engenheiros do Hawaii, com quem gravou um CD e um DVD.
No roteiro do show estão as músicas Sol com Chuva (CBraga/RMedeiros), Ao fim de Tudo (Duca Leindecker), Bem e Mal (CBraga/RMedeiros/MTMoreira), Veleiros (Villa-Lobos), Na Paz e na Pressão (Pouca Vogal - Duca Leindecker), Águas de Março (Tom Jobim), Amanhã Colorido (Duca Leindecker).
Depois de várias apresentações do show Almamúsica, sempre para plateias calorosas, o espetáculo de Olivia e Francis Hime está de volta a São Paulo. Baseado no CD homônimo lançado em Maio de 2011, ganhará versão em DVD, que será realizado pelo Canal Brasil, nas apresentações dos dias 26 e 27 de novembro no Teatro FECAP (Av. Liberdade, 532 - www.teatrofecap.com.br). Em cena, a voz de Olivia e o piano de Francis passeiam por arranjos que vão do samba ao choro, do fox a MPB.
A iluminação é de Paulo Cesar Medeiros, o cenário de Edward Monteiro e a direção geral do espetáculo de Flavio Marinho.
"O roteiro musical será o mesmo dos shows que temos feito na turnê", conta Francis Hime, "embora cada apresentação traga, inevitavelmente, diferenças que somente a magia do palco explica", completa o músico, maestro e compositor. O repertório se baseia no CD, o primeiro projeto que Olivia e Francis Hime gravaram juntos em 46 anos de união do casal. Trata-se de uma delicada e intimista celebração à vida e à música, uma trilha sonora que percorre as biografias dos dois. "Cantamos canções que, em algum momento de nossas vidas, ora pra um, ora pra outro, entranharam-se como tinta num belo tecido", conta Olivia.
"Pensamos em manter a ideia de um formato com diferentes suítes, como fizemos no disco", explica Francis Hime. O roteiro, feito a seis mãos por Olivia Hime, Flávio Marinho e Francis, privilegia o olhar dramático/cênico através de climas contrastantes costurados ao longo do espetáculo.
O espetáculo reúne canções que percorrem clássicos da MPB, como "O que será (A flor da pele)", "Morena do Mar" e "Risque"; relembra canções extraídas do catálogo da chanson française, como "Du Soleil plein la tête" e resgata a memória afetiva do casal Hime em temas como "Canta, Maria", "Saudade de Amar" e "Smile". A nova "Almamúsica", de Olivia e Francis, também está no roteiro musical.
A seleção de canções foi feita de forma natural, sempre pelos dois. Olivia Hime conta mais sobre Almamúsica: "Pode ser uma biografia? Memórias musicais? Porque esta suíte, esta música e não outra? Não sei. Foram associações livres. Algumas canções balizaram o caminho, outras costuraram musicalmente o enredo. Me parece que assim, unidas, ganham o sentido que queríamos dar ao CD e ao show: as infinitas belas canções têm uma ligação entre elas", completa Olivia.
Mônica Salmaso chega ao Rio para mostrar o repertório do elogiado CD "Alma Lírica Brasileira", seu último projeto, que vem arrebatando público e crítica. Acompanhada dos músicos Teco Cardoso (sopros) e Nelson Ayres (piano), Mônica tece um rico bordado musical no qual pérolas do cancioneiro popular e temas de compositores contemporâneos se complementam.
"Este projeto surgiu espontaneamente, a partir de um convite para um show de formação reduzida. Nossa ideia original era adaptar os arranjos do meu repertório com o Pau Brasil (do qual Teco e Nelson fazem parte), mas logo no primeiro ensaio, começaram a aparecer novas músicas que combinavam com a gente", conta Salmaso.
A cantora, que ganhou elogios rasgados de personalidades tão distintas como Luiz Fernando Veríssimo e a Presidente Dilma Roussef, traz para o show do Rival Petrobrás (dias 18 e 19 de outubro) o repertório completo do CD. Coisas de universos líricos da música brasileira, como "Melodia Sentimental" (Villa Lobos), "Derradeira Primavera" (Tom Jobim /Vinicius de Moraes) e "Lábios Que Beijei" de J. Cascata e Leonel Azevedo.
Também surgem no roteiro o "Samba Erudito", de Paulo Vanzolini, que brinca com a erudição, a joia do cancioneiro popular "Cuitelinho", as clássicas "Meu Rádio e Meu Mulato" (Herivelto Martins) e "Promessa de Violeiro" (Raul Torres e Celino), além da deliciosa "Carnavalzinho", de Mario Adnet e Lisa Ono, "Este trabalho tem tudo o que eu queria dizer sobre fazer música: honestidade, arranjos lindos (escritos e/ou improvisados), repertório brasileiro e de canções com as quais me identifico. Estamos todos muito felizes com o resultado – eu, Teco Cardoso e Nelson Ayres - cada um fazendo o que sabe fazer de melhor. Esperamos que um monte de gente se divirta conosco", completa Mônica Salmaso.
O Teatro Rival Petrobrás será palco de uma estreia especialíssima para a cantora baiana Gloria Bomfim. A única apresentação marcada para 20 de outubro promove o lançamento do CD "Anel de aço" (Quitanda/Biscoito Fino), com repertório inteiramente assinado por Paulo Cesar Pinheiro. Criadora do selo Quitanda, Maria Bethânia conheceu Gloria por ocasião da primeira edição do disco, ainda pelo selo Acari, de Luciana Rabello, e ficou encantada com o que ouviu. "Espero que as pessoas se emocionem com a voz, a qualidade musical, a alegria e o prazer nítido com que todos participaram. A Quitanda está em festa", declarou Bethânia, responsável por esse reedição.
A musicista Luciana Rabello, que decidiu lançar Gloria em 2007, conta mais sobre ela: "A Yalorixá Glória Bomfim é uma das mais expressivas e autênticas vozes que conheço. Seu canto primitivo, forte, verdadeiro, despretensioso e absolutamente intuitivo é um diamante bruto que representa, de forma emocionada, a cultura dos terreiros de candomblé, trazida pelos negros africanos e mantida aqui pelos mestiços brasileiros".
A história dessa baiana é comovente e cinematográfica. Nascida em Areal, um pequeno povoado no interior da Bahia, Glória era requisitada desde menina pra cantar em festas de casamento, batizados etc. O destino acabou fazendo com ela viesse para o Rio aos 14 anos, fugindo de uma tutora que lhe privou dos estudos mas que, de forma indireta, fez com que Gloria se tornasse uma cozinheira de mão cheia! Trabalhou de doméstica e, dez anos depois, foi parar na casa de Luciana e seu marido, Paulo Cesar Pinheiro – novamente, o destino a fez estrar agora no palco do Rival para lançar seu único CD.
"A palma da palmeira", "Bambueiro", "Cavalo de santo", "Senhor da justiça", "Gameleira branca" e "Encanteria", que deu título a um álbum de Maria Bethânia, são algumas das 14 canções reunidas no repertório. "Todas abordam temas ligados ao candomblé e muitas têm a forma de cantigas de santo, utilizadas em rituais. explica Luciana.
No show, Glória será acompanhada por Rafael Mallmith e Julião Pinheiro (violões), Ana Rabello (cavaquinho), Gabriel Leite, Magno Julio e Paulino Dias (percussão) e Iara Ferreira e Letícia Soares (coro).
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